Bem vindo
Livros do ano
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1808Laurentino Gomes2008Livro do Ano Não Ficção -
1822Laurentino Gomes2011Livro do Ano Não Ficção -
A Casa do Poeta TrágicoCarlos Heitor Cony1998Livro do Ano Ficção -
A mocinha do Mercado CentralStella Maris Rezende2012Livro do Ano Ficção -
À Sombra do CipresteMenalton Braff2000Livro do Ano Ficção -
AbusadoCaco Barcellos2004Livro do Ano Não Ficção -
Antologia do Bom SensoRoberto Campos1997Livro do Ano Não Ficção -
Aqueles Cães Malditos de ArquelauIsaías Pessotti1994Livro do Ano Ficção -
As Barbas do ImperadorLilia Moritz Schwarcz1999Livro do Ano Não Ficção -
Bichos que existem & Bichos que não existemArthur Nestrovski2003Livro do Ano Ficção
Jabuti 50 anos
Depoimentos
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Stella Maris Rezende“Ganhar o Prêmio Jabuti é muito orgulho, agora, ganhar o prêmio de Livro do Ano é o máximo. Eu me sinto lisonjeada em representar a literatura juvenil. Dizem, que só quem ganha o livro do ano é romance, ganhou, um romance para jovens”! Vencedora do Livro do Ano de Ficção com "A mocinha do Mercado Central" (2012), Editora Globo.
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Miriam Leitão“Ganhar o Prêmio Jabuti está além da minha imaginação, além dos meus sonhos, isso é maravilhoso. Muito obrigada! Para fazer um livro de Não Ficção bom temos que ter o olhar literário para vida. Na verdade, a história que o Brasil viveu foi muito intenso, muito emocionante, de esperança ao lutar pela moeda, é fascinante escrever livros e ser premiada”. Vencedora do Livro do Ano de Não Ficção com "Saga brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda" (2012), Editora Record.
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Germano Pereira“Os grandes vencedores, os veteranos, dizem que se emocionam a cada vitória no Jabuti. Imagine a minha emoção de um novato como eu, que venci pela primeira vez!”1º lugar na categoria Artes com o título " Os Satyros" (2011), Impresa Oficial do Estado de São Paulo
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Laurentino Gomes“Quando você está concorrendo, a expectativa é sempre muito forte, desde o momento da inscrição no Prêmio até o anúncio final do Livro do Ano. O alívio vem sempre com o anúncio do resultado, porque com este há sempre uma certeza: mais uma vez a escrita venceu”.1º lugar na categoria Reportagem e Melhor Livro do Ano em Não ficção com o título "1822" (2011), Editora Nova Fronteira
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Ferreira Gullar"Uma vitória é sempre única. Não há uma igual à anterior. Todas são muito exclusivas. Muito grandes”.1º lugar na categoria Poesia e Melhor Livro do Ano em Ficção com o tírulo "Em alguma parte alguma" (2011), Editora José Olympio
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Marina Colasanti“Vencer o Jabuti representa para mim um compromisso renovado com meu leitor, que é muito exigente. Por isso, esse compromisso está cercado de uma seriedade, que me emociona e me faz buscar aperfeiçoar-me em cada nova obra, que me ponho a escrever”. 1º lugar na categoria Literatura Juvenil com o título "Antes de virar gigante e outras histórias" (2011), Editora Ática.
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Ruth Rocha“A importância do Jabuti para a escrita é inquestionável. Para mim, como autora, que já fui contemplada diversas vezes, eu digo que, cada nova indicação, renova a emoção e marca um compromisso ainda maior com o público.”1º lugal em conjunto com Annna Flora na categoria Didático e Paradidático com a " Coleção Pessoinhas" (2011), Editora FTD
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Roger Mello"Tive a felicidade imensa de receber oito vezes o Prêmio Jabuti! Um prêmio que sempre me instigou, desde criança. Foi um incentivo vigoroso e persistente como o próprio bicho jabuti que enche de nuances as histórias brasileiras. Viva o Prêmio Jabuti!"Vencedor do Prêmio Jabuti por oito vezes, na categoria literatura infantil
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Luiz Antonio de Assis Brasil"Ganhar o Jabuti, o mais antigo e prestigioso prêmio literário nacional, foi um enorme estímulo a um escritor que, no meio da carreira, decidiu tentar novas formas de escrita. O Jabuti é um aval e uma recomendação. Ele significa: "Ok, você está certo. Pode seguir em frente". É possível que outros digam a mesma coisa, é possível que os familiares e amigos o repitam, mas quando esse juízo parte de uma entidade isenta e respeitável como a CBL, podemos acreditar. Sim, o Jabuti foi e é importante para mim, como o é para todos os indicados e vencedores. Ele faz parte da minha biografia, ele me justifica como escritor e como ser humano."2º lugar na categoria Romance com o título "A Margem Imovél do Rio" (2004), L&PM Editores
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Cristóvão Tezza"Fui finalista algumas vezes do prêmio Jabuti. Em 2004, fiquei em terceiro lugar com o romance “O fotógrafo”, e no ano passado levei o Jabuti de melhor romance com “O filho eterno”. É simplesmente impressionante a repercussão que esse prêmio tem, a partir do fato de que é o mais antigo e todo mundo conhece. O Jabuti é uma instituição bastante “popular”, o que é sempre surpreendente no mundo do livro brasileiro. Além do mais, ele repercute também na imprensa, o que multiplica a visibilidade da obra. Para mim, teve um efeito positivo, não só no Brasil mas também no exterior - o fato de ter ganho o Jabuti é um toque a mais a valorizar o livro e eventualmente abrir caminho para as traduções".1º lugar na categoria Romance com o título "O Filho Eterno" (2008), Editora Record
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Laurentino Gomes"Ganhar o Prêmio Jabuti de Livro do Ano de 2008 na categoria Não ficção foi uma experiência profundamente transformadora na minha vida. O prêmio confere maior autoridade à obra e ao próprio autor, que passam a ser tratados com mais reverência, respeito e admiração. Isso significa também uma responsabilidade maior daqui para a frente, porque a expectativa dos leitores aumentou."Melhor Livro do Ano de Não ficção com o títrulo "1808" (2008), Editora Planeta
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Ignacio de Loyola Brandão"Ganhar um Jabuti como o Melhor Livro de Ficção de 2008, ainda mais com um infantil, é como pegar um tapete voador e flutuar suavemente, leve e solto, no céu da imaginação e fantasia. Ou seja, um prazer."Melhor Livro do Ano de Ficção com o título " O menino que vendia palavras" (2008). Editora Objetiva
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